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Zagaia Amazônia
Uma Lâmina de Luz, Esperança e Propósito
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Artesanato NACIB, Barcelos - AM

Por Felipe Abreu

"Lâmina de luz e sonhos,
na haste do artesão.
É o todo de cada parte
que vai facheando a arte
nas águas da criação.
"

Celdo Braga

No dia 02 de junho de 2025, fomos presenteados por Celdo Braga, renomado guardião da essência amazônica, poeta, escritor e músico amazonense, com esta poesia tão singular e inspiradora. São palavras que traduzem o espírito da Zagaia Amazônia e, também o coração pulsante dos “guardiões da floresta”, que habitam nosso território. Com uma sensibilidade única, Celdo capturou a essência do que almejamos ser: uma lâmina que atravessa as águas, iluminando, criando e ressignificando territórios. São palavras que compartilhamos, como forma de homenagem, com cada pessoa que nos ajudou nessa jornada, que acreditou em nossos sonhos e colaborou para que chegássemos até aqui, assim como a cada comunidade com a qual tivemos o privilégio de estar juntos.

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O ‘Mapeamento Cultural do Artesanato Brasileiro’ foi idealizado pelo Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (CRAB). O Instituto Zagaia Amazônia foi convidado a desenvolver a metodologia que está sendo replicada em todos os estados.

Inicialmente focado em estados cruciais como Amazonas, Pará, Acre, Maranhão e Tocantins, o mapeamento mergulhou na alma da Amazônia Legal, revelando a vasta tapeçaria de saberes e fazeres que definem a identidade dos povos da Amazônia.

Longe de ser um inventário estático, o Mapeamento Cultural do Artesanato Brasileiro está buscando capturar a essência da relação intrínseca entre artesãos, comunidades e o meio ambiente.

Dele ecoam as vozes, as histórias e as tradições que moldam o tecido cultural da região, compreendendo as práticas de manejo sustentável, o profundo respeito pelo "tempo ecológico" inerente a cada criação e os desafios logísticos que conectam o artesão amazônico aos mercados nacionais e internacionais.

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Cartas Caruanas: Ferramenta de Autodescoberta
No coração do projeto está a criação das "Cartas Caruanas". Uma ferramenta criativa e holística, desenhada para inspirar mulheres a realizarem uma jornada de autodescoberta, empoderamento e transformação social. As Cartas são um convite para reflexões profundas, guiadas por perguntas estruturadas em torno de temáticas-chave: Autodescoberta; Tradições Culturais;  Empoderamento Feminino; Violência de Gênero; Economia do Cuidado; Empreendedorismo; Justiça Climática; Autoestima e Identidade.

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‘Caruanas’ nasceu das tradições culturais e espirituais da Amazônia. Um território rico em conhecimento ancestral e biodiversidade. Inspirado nos Caruanas, também conhecidos como o Povo do Fundo, o projeto explora a simbologia e a sabedoria desses seres encantados que habitam as águas da floresta Amazônica. Segundo as tradições orais do Amazonas, os Caruanas cumprem missões cruciais: preservar o equilíbrio natural da Terra e curar espiritualmente os seres humanos que nela habitam.

O projeto ‘Caruanas’ vai além de uma simples adaptação cultural. Resgata, potencializa e valoriza saberes ancestrais, promovendo diálogos transformadores entre mulheres, energizando o papel do feminino como agente de conexão, cura e ação comunitária. Para tanto, utiliza metodologias criativas que unem tradição, empatia e inovação social.

O projeto Caruanas deu um passo significativo em 2025, ao contribuir para a criação da Reserva da Biosfera da Amazônia Central (RBAC). A iniciativa, promovida pelo Mosaico do Baixo Rio Negro, em colaboração com a UNESCO e o Projeto Paisagens Sustentáveis da Amazônia (ASL Brasil), idealizado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), teve como objetivo articular uma rede colaborativa de mulheres líderes. As atividades realizadas na criação dessa rede foram projetadas para articular vozes femininas diversas, promovendo a troca de experiências, o resgate cultural e a construção de soluções inovadoras para os desafios da sustentabilidade e da justiça climática.

Entre os resultados deste encontro, foi desenvolvido um e-book

que conta a história de cada uma das participantes e um mapa afetivo, mostrando visualmente a caminhada dessas mulheres.

Exposição: O Mundo Caruanas

Em 2026, o Instituto Zagaia Amazônia uniu forças com o Estúdio D para lançar a Tecnologia Social Caruanas durante a DW! Semana de Design de São Paulo. Uma parceria que conectou a sabedoria ancestral dos povos amazônicos ao mundo do design contemporâneo e da inovação.

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Oficinas Caruanas

1. Três Unidos

Projeto Mulheres da Floresta - 2024
Implementado com o apoio da Fundação Amazônia Sustentável (FAS) e o patrocínio da L’Oréal, o Caruanas chegou à comunidade de Três Unidos com foco em empoderar mulheres indígenas e ribeirinhas. As oficinas fortaleceram o resgate cultural e o papel das mulheres na preservação do território, promovendo autoestima e conexão com as próprias raízes.


2. Benjamin Constant 

Parentas que Fazem - 2024
Essa etapa do projeto foi realizada dentro do projeto ‘Parentas que Fazem’, idealizado pela FAS e patrocinado pelo Google, com o apoio do SEBRAE. Voltada para mulheres indígenas, a ação promoveu o empreendedorismo alinhado à economia do cuidado, gerando impacto direto no fortalecimento econômico e cultural daquela localidade.

3. Parque das Tribos 

Projeto Cultura Raiz: Oficina Caruanas - 2025
No Parque das Tribos, em Manaus, a Oficina Caruanas foi implementada no contexto do Projeto Cultura Raiz, uma iniciativa concebida pelo Instituto Zagaia Amazônia e aprovada pela Lei de Incentivo à Cultura (Rouanet). 
Esta ação teve como objetivo principal fortalecer o protagonismo feminino e promover o resgate de saberes ancestrais em um ambiente que reúne mais de 35 diferentes etnias indígenas.
Com patrocínio do Instituto Aegea e Águas de Manaus, e apoio do Ministério da Cultura, o projeto realizou rodas temáticas e encontros no Malocão do Parque das Tribos, promovendo um espaço de diálogo, escuta ativa e compartilhamento simbólico. As atividades foram voltadas para o empoderamento feminino, a valorização cultural e o fortalecimento da autoestima, conectando as participantes à sabedoria dos ancestrais e criando uma rede de colaboração entre mulheres de diferentes origens.

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O projeto 'Cultura Raiz: Olhares do Parque das Tribos' celebra a biodiversidade cultural da Amazônia, com o objetivo de fortalecer a cultura indígena, promover a qualificação profissional e o desenvolvimento regional, incentivando a valorização dos povos indígenas e suas contribuições para a sociedade.

Por meio de oficinas gratuitas, o projeto buscou não só qualificar, mas também gerar oportunidades reais de transformação para as comunidades do Parque das Tribos, em Manaus. As oficinas de Empreendedorismo Cultural, Caruanas (Empoderamento Feminino) e Fotografia com Celular foram uma oportunidade para aprender, compartilhar experiências e fortalecer as vozes indígenas na região.

O Projeto Cultura Raiz foi uma realização do Instituto Zagaia Amazônia, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura, do Ministério da Cultura, e patrocínio do Instituto Aegea e Águas de Manaus.

Como desdobramento da Oficina de Fotografia, foi realizada a Exposição 'Cultura Raiz', que apresentou o trabalho de jovens indígenas no Museu da Cidade, localizado na zona central de Manaus. Posteriormente, parte dessas fotografias integrou a mostra 'O Mundo Caruanas', exibida durante a Design Week (DW), em São Paulo. As imagens também foram cadastradas na plataforma Amazônia Stock, possibilitando a geração de renda para os jovens participantes por meio da comercialização das obras.

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O Amazônia Stock é um banco de imagens socialmente consciente, criado para valorizar a riqueza, a cultura e a biodiversidade da floresta amazônica, ao mesmo tempo em que promove o desenvolvimento socioeconômico das comunidades locais. Mais do que uma plataforma digital, o projeto é um exemplo inovador de como o mercado fotográfico pode ser utilizado como ferramenta de impacto social, promoção da inclusão e valorização cultural, além de fortalecimento da sustentabilidade ambiental.


Por meio da comercialização de produções fotográficas, o Amazônia Stock garante que 25% da receita seja destinada diretamente aos fotógrafos (muitos deles membros das comunidades ribeirinhas, indígenas, quilombolas, seringueiros e castanheiros) e 20% às comunidades onde as imagens foram capturadas, por meio de uma associação local. 


Esse modelo reforça o compromisso do projeto com o impacto social e a preservação da Amazônia, alinhando-se aos princípios do ESG (Environmental, Social and Governance).

Ações

Plataforma, Oficinas de Fotografia e Comércio Justo
O Amazônia Stock está comprometido em combater a falta de diversidade no mercado fotográfico relacionado à Amazônia. O banco de imagens oferece uma ampla gama de produções fotográficas sobre a biodiversidade, a cultura e o modo de vida das populações que habitam a floresta, aproximando a riqueza amazônica do público brasileiro e internacional. Entre as ações realizadas e planejadas, destacamos:


Oficinas de Fotografia
Realizadas nas comunidades do Tumbira, Benjamin Constant, Acajatuba e Parque das Tribos, qualificando os jovens fotógrafos da Amazônia para registrar a riqueza estética e cultural da floresta.


Valorização da Cultura e Tradição Local
Retratos que vão além da biodiversidade, enfatizando a vida cotidiana, cultura e saberes tradicionais das populações amazônicas com inclusão de narrativas culturais que educam e conscientizam o público global sobre a importância de preservar tanto a vida natural quanto as culturas de quem vive na Amazônia.


Posicionamento Estratégico ESG
Oferece às empresas parceiras a oportunidade de alinhar estratégias de responsabilidade social e ambiental, reforçando o compromisso com o desenvolvimento sustentável e a preservação da rica diversidade da Amazônia.

Exposição Olhares Amazônicos

A exposição marcou um lançamento estratégico para a plataforma Amazônia Stock, realizada no Galpão Central, em São Paulo, em parceria com a Casa Bonita, referência no mercado de decoração. Voltada a um público qualificado de arquitetos e designers, a iniciativa garantiu ampla visibilidade e credibilidade ao projeto.

Ao optar por uma experiência física como ponto de partida para uma plataforma digital, o projeto criou uma imersão sensorial que aproximou o público da Amazônia, fortalecendo a conexão antes do acesso ao ambiente online.

A realização contou com o apoio decisivo de parceiros comprometidos com o propósito da Amazônia Stock, como a Casa Bonita — representada por Cecília Rima — e o Grupo Kallas, cuja atuação na mídia aeroportuária ampliou significativamente o alcance e o impacto da iniciativa.

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A Preservação das Espécies como Fator de Transformação e Empoderamento Feminino se materializou em um projeto realizado em 2019, por iniciativa do Instituto Lojas Renner, na comunidade Tumbira, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Rio Negro (RDS). A iniciativa teve como objetivo promover e fortalecer o protagonismo feminino a partir da valorização dos saberes das mulheres ribeirinhas, da conscientização sobre a preservação das espécies amazônicas e do estímulo à autonomia econômica, social e emocional das participantes.

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​Ao todo, 12 mulheres ribeirinhas participaram de atividades voltadas ao fortalecimento de capacidades individuais e coletivas, com foco também no turismo de observação da natureza e no desenvolvimento comunitário. Como entregas, o projeto gerou a Cartilha Amazônica, inspirada nos princípios de empoderamento feminino da ONU Mulheres e do Pacto Global, adaptados à realidade amazônica a partir da referência simbólica das Ykamiabas; o Baralho do Empoderamento Feminino, concebido como ferramenta de diálogo sobre gênero, autoestima, independência financeira, meio ambiente e papéis sociais das mulheres; a Mandala dos Sonhos, como dinâmica de reflexão sobre trajetórias e futuros desejados; e a Oficina Botânica, realizada em parceria com o INPA, que resultou no mapeamento de espécies da flora amazônica utilizadas como referência para o turismo ecológico na comunidade.​

​O projeto contribuiu para fortalecer a liderança das mulheres de Tumbira, ampliar sua participação nos processos de desenvolvimento local e associar empoderamento feminino, conservação ambiental e turismo de base comunitária em uma mesma estratégia de transformação territorial.

TURISMO TRANSFORMA

Iniciativa de fortalecimento do turismo de base comunitária no Baixo Rio Negro, desenvolvida em parceria com o SEBRAE-AM, com foco na valorização dos modos de vida ribeirinhos, na geração de renda local e no protagonismo comunitário na gestão do turismo. Como resultado dessa parceria, foi criada a infraestrutura de comunicação das comunidades atuantes no Turismo de Base Comunitária, contando também com a plataforma Viver Amazônia, voltada à divulgação de experiências sustentáveis conduzidas por comunidades do Amazonas.


O projeto reúne sete comunidades — Novo Airão, Nova Esperança, Três Unidos, Tumbira, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (Lago do Acajatuba), Santa Helena do Inglês e Santo Antônio do Tiririca — formadas majoritariamente por moradores ribeirinhos, e ou indígenas que recebem visitantes e compartilham suas histórias, modos de vida, culinária, costumes e a relação com a floresta e os rios.


No âmbito da iniciativa, o Instituto estruturou a comunicação e presença digital do projeto por meio do diálogo com as comunidades, levantamento de informações relevantes sobre roteiros, práticas turísticas, cuidados sustentáveis com a floresta durante a prática turística, e a criação do site, da produção de textos informativos, fotografias e conteúdo para redes sociais, ampliando a visibilidade das comunidades e das experiências oferecidas. A proposta fortalece a autogestão do negócio turístico pelas próprias comunidades, promovendo inclusão social, valorização cultural, distribuição local de benefícios econômicos e desenvolvimento territorial sustentável. Trata-se de uma experiência já estruturada, com potencial de ampliação no âmbito do Fundo Amazônia.

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EXPOSIÇÕES

Ao longo de nossa trajetória, realizamos e participamos de exposições em diferentes regiões, levando ao público a riqueza e a diversidade da cultura amazônica. Nossos projetos exploram temas como cultura popular, artesanato, saberes tradicionais, arte e identidade dos povos da Amazônia, aproximando territórios, artistas e comunidades por meio de experiências visuais, sensoriais e educativas. Cada exposição nasce da pesquisa e da valorização dos conhecimentos ancestrais, apresentando a Amazônia para o mundo a partir de suas múltiplas formas de criar, contar e preservar histórias.

​O Instituto Zagaia realizou e articulou exposições, mostras e plataformas de difusão cultural e acesso a mercado, como Gente Peixe, Trama Canoê, Olhares Tumbira, Caruanas, Amazônia Stock, Boi-Bumbá de Parintins: Do Brincar ao Futuro, ampliando a circulação pública dos saberes amazônicos e conectando comunidades e territórios a espaços estratégicos de cultura, design e economia criativa. 

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Em 2026 a força da cultura amazônica chegou ao Centro Sebrae de Referência do Artesanato Brasileiro (Crab), no Rio de Janeiro, com a exposição “Boi-Bumbá de Parintins: Do Brincar ao Futuro”. Com mais de 300 peças, a mostra celebrou a riqueza artística, a ancestralidade, os saberes e a potência criativa que fazem do Boi-Bumbá de Parintins, um patrimônio imaterial do nosso país. A exposição convidou o público a mergulhar na história, na identidade e no futuro dessa manifestação que emociona gerações e projeta a cultura brasileira para o mundo.

Saiu na mídia

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EVENTOS

A Zagaia atua na criação, curadoria e produção de eventos que conectam cultura, arte, inovação, sustentabilidade e economia criativa, aproximando artistas, artesãos, empreendedores, comunidades e diferentes públicos. Ao longo de sua trajetória, desenvolveu e realizou feiras, encontros, exposições, workshops e experiências culturais em diferentes territórios, criando formatos que valorizam os saberes amazônicos e promovem novas conexões, oportunidades e diálogos.

Diálogos Criativos

Projeto realizado em 3 edições, promovendo conexões estratégicas entre empreendedores da floresta, comunidades, criadores e parceiros, com foco no fortalecimento de negócios sustentáveis na Amazônia. A iniciativa articula cultura, inovação, economia criativa e impacto social, ampliando visibilidade, oportunidades e redes de colaboração.

Parentas que Fazem

Projeto patrocinado pelo Google e executado via Fundação Amazônia Sustentável (FAS), voltado ao fortalecimento de cinco negócios indígenas liderados por mulheres. A iniciativa promoveu qualificação, assessoria e apoio estratégico, fortalecendo gestão, sustentabilidade, geração de renda, valorização cultural e protagonismo feminino indígena.

Laboratório de Práticas de Negócios na Floresta 

Projeto foi realizado em parceria com a FAS, com apoio do British Council e Newton Fund, voltado à formação de lideranças comunitárias e ao desenvolvimento de negócios sustentáveis baseados na biodiversidade amazônica. A iniciativa promoveu capacitação em inovação, empreendedorismo e modelagem de negócios, fortalecendo cadeias produtivas, geração de renda e a economia da floresta em pé.

Vitrine Nacional

Em agosto de 2015, o Instituto Zagaia Amazônia, em parceria estratégica com o SEBRAE Amazonas, levou os "Tesouros da Amazônia" para a Paralela Gift - uma das mais importantes feiras de alta decoração e design autoral do país, realizada na Bienal de São Paulo. O objetivo foi posicionar o artesanato contemporâneo amazonense em um mercado nacional de destaque, servindo como vitrine para o lançamento de produtos de alto valor agregado.

Manaus Feita à Mão

Foi concebido em 2021 com uma visão estratégica de proporcionar aos artesãos da capital amazonense o aprimoramento e a inovação de seus produtos, visando facilitar a entrada em mercados nacionais e internacionais. Este objetivo se desdobrou em uma série de metas e etapas bem estruturadas, demonstrando uma abordagem abrangente para o desenvolvimento do setor artesanal na região.

Conscientização da Preservação das Espécies e Empoderamento Feminino

Realizado em 2019 na comunidade Tumbira, por iniciativa do Instituto Lojas Renner, o projeto promoveu o protagonismo e a autonomia das mulheres ribeirinhas por meio da valorização de seus saberes, da preservação das espécies amazônicas e do incentivo à geração de renda. A iniciativa desenvolveu ferramentas como a Cartilha Amazônica, o Baralho do Empoderamento Feminino, a Mandala dos Sonhos e uma Oficina Botânica, fortalecendo a liderança feminina e integrando empoderamento, conservação ambiental e turismo de base comunitária.

Solidariedade Pela Amazônia

Em 2021, a Zagaia promoveu uma ampla mobilização social para apoiar artesãos do Amazonas afetados pela pandemia de Covid-19, especialmente em comunidades remotas. Com o apoio de parceiros nacionais e internacionais, como o Instituto Lojas Renner, Heritage Brazil Foundation e ANPECOM, além de pessoas físicas de diversos estados do Brasil, foram realizadas ações de ajuda humanitária e segurança alimentar, beneficiando centenas de famílias. Entre as iniciativas, destacou-se o suporte às mulheres indígenas da AMARN, viabilizado pela BrazilFoundation com apoio de Gisele Bündchen, garantindo alimentos e fortalecendo a segurança de dezenas de famílias por três meses.

Sentir a Amazônia em Portugal

Diálogos e Conexões para um Futuro Sustentável

Realizado em maio de 2019, em Lisboa, pelo Instituto Zagaia Amazônia em parceria com Lau Zanchi, o projeto Sentir a Amazônia em Portugal promoveu reflexões sobre sustentabilidade na Amazônia e a Agenda 2030 da ONU. O encontro reuniu mais de 500 participantes de Portugal e Brasil, fortalecendo o diálogo e as conexões entre os dois países.

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+55 92 3584-6770

 

Rua Rio Purús, 21, Quadra 03, Vieiralves, Manaus - AM, 69053-050

 

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